A votação do projeto de Lei que permitiria a distribuição da indenização da Vale pelo crime ambiental de Brumadinho foi suspensa. Os deputados estaduais de Minas Gerais articularam uma emenda para que todas as cidades do estado recebessem o dinheiro do ressarcimento, mas o Governo de Minas quer maior controle sobre onde o recurso será aplicado.
Por conta da indecisão, o texto saiu de tramitação e só deve voltar ao plenário da Assembleia Legislativa em duas semanas. O governador Romeu Zema (Novo) pediu apoio junto ao Ministério Público Estadual e à Defensoria Pública para destravar o projeto do acordo da Vale.
Caso vá adiante, conforme preveem os deputados, a distribuição do dinheiro será proporcional ao número de habitantes de cada município. Cidades abaixo de 5 mil habitantes poderão receber R$ 750 mil. E cidades entre 50 e 100 mil habitantes, como Itajubá, poderão ganhar R$ 5 milhões.
O deputado estadual Ulysses Gomes (PT) afirmou que a emenda é de grande importância à lei que garante o pagamento de indenização por conta do rompimento da barragem da Vale.
"Esses recursos são parte do ressarcimento da Vale, pelo crime de Brumadinho, que causou prejuízos morais e econômicos a toda Minas Gerais. Como deve ser, a maioria do ressarcimento vai direto para as famílias das vítimas e para a região mais atingida econômica e ambientalmente", disse.
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