Segunda, 02 de Agosto de 2021 11:36
Política Flexibilização

Vereadores aprovam projeto que libera igrejas durante a pandemia em Itajubá

Medida aprovada poderia ser válida na Onda Roxa

18/07/2021 22h08 Atualizada há 2 semanas
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Por: Redação
Decisão libera igrejas durante a pandemia em Itajubá (Foto: Câmara Municipal)
Decisão libera igrejas durante a pandemia em Itajubá (Foto: Câmara Municipal)

A Câmara Municipal de Itajubá aprovou, por nove votos a um, o projeto de lei do vereador Robson Vaz (PSDB) que torna as igrejas serviços essenciais durante a pandemia de covid-19. A iniciativa tem como objetivo liberar as celebrações religiosas durante as fases mais restritivas do programa Minas Consciente, como na Onda Roxa. 

O único voto contrário foi de Andressa Dayani (PT). Desde que avançou para a Onda Vermelha do programa Minas Consciente, após a alta de casos de covid-19 em março, as igrejas puderam voltar a funcionar em Itajubá. Para o parlamentar autor do projeto, a medida é de grande importância. 

“As atividades desenvolvidas pelos templos religiosos e pelas Comunidades Missionárias se mostram essenciais durante os períodos de crises, pois, além de toda a atividade desenvolvida inclusive na assistência social, o papel dessas instituições impõe atuação com atendimentos presenciais que ajudam a lidar com emoções das pessoas que passam por necessidades”, afirma. 

O parlamentar garante que o texto é importante para assegurar conforto às pessoas durante o momento de crise sanitária. “É importante afirmar que tais locais podem servir como ponto de apoio espiritual, fundamental às necessidades da população, haja vista que em diversos momentos o próprio poder público pode utilizar tais estruturas, sendo o que tem acontecido inclusive no caso atual do coronavírus”, diz. 

O texto depende da sanção do prefeito Christian Gonçalves (DEM) para começar a valer. Entretanto, assim como no caso do projeto que libera as academias na pandemia e que foi aprovado e sancionado pelo Executivo Municipal, o novo texto deve encontrar problemas para vigorar. 

Na opinião da prefeitura, o município não tem autonomia para desrespeitar deliberações do Minas Consciente e, caso a cidade seja rebaixada para uma fase mais restritiva, como a Onda Roxa, o texto aprovado não teria validade.

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