Sexta, 14 de Maio de 2021 22:31
Geral Pandemia

Governo de Minas avança Itajubá para a Onda Vermelha do programa Minas Consciente

Decisão anunciada pelo Governo de Minas é fruto da melhora nos indicadores da pandemia na cidade

15/04/2021 12h39 Atualizada há 4 semanas
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Por: Redação
Governo de Minas decide avançar Itajubá para a Onda Vermelha do programa Minas Consciente (Foto: Diário de Itajubá)
Governo de Minas decide avançar Itajubá para a Onda Vermelha do programa Minas Consciente (Foto: Diário de Itajubá)

O Comitê Extraordinário covid-19, grupo que se reúne semanalmente para avaliar a situação da pandemia no estado, decidiu elevar Itajubá para a Onda Vermelha do programa Minas Consciente. Desde 17 de março, a cidade estava na fase mais restritiva, a Onda Roxa, que proibia o funcionamento da maior parte dos estabelecimentos comerciais.

Com a decisão, anunciada na manhã desta quinta-feira (15), empresários que tiveram que fechar as portas devido à pandemia poderão reabrir seus estabelecimentos respeitando os protocolos de segurança. 

Com a medida, os estabelecimentos serão obrigados a manter a distância entre os clientes em 3 metros. Além disso, a metragem correspondente a área ocupada por cada pessoa definida será de 10m². Os hotéis terão que deixar a taxa de ocupação em 50% e os eventos realizados na cidade deverão ter limite de apenas 30 pessoas.

Apesar das regras rígidas, estabelecimentos como academias, bares e restaurantes poderão permanecer abertos, respeitando o limite de pessoas. No caso das academias, passará a ser obrigatório o agendamento de horário para frequentadores e a checagem de temperatura das pessoas que utilizarem o local para se exercitar.

Segundo o Governador Romeu Zema (Novo), o avanço é fruto da melhoria da situação da pandemia. Em Itajubá, o número de contaminados caiu cerca de 19% após a Onda Roxa, e os hospitais da cidade conseguiram sair do colapso. 

“Obtivemos melhorias de indicadores, o que possibilitou as decisões técnicas por parte da Secretaria de Saúde. Mas é preciso lembrar que estamos longe de ter conforto. Ainda temos um sistema hospitalar sobrecarregado, os profissionais de saúde estão cansados e as vagas são poucas”, disse.

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